Como o Greyhound já havia se mostrado impraticável na ida e os vôos em cima da hora estavam muito caros, optamos por alugar um carro e pagar a taxa para devolução em outra cidade. Optamos por um Corolla (apesar de ser carro de bacana no Brasil, aqui é o segundo mais barato da locadora...).
Acordamos por volta das 8 da manhã da quinta, tomamos café no hotel e pegamos um taxi até a locadora, no centro. Demos uma volta até o Stanley Park e zarpamos por volta das 11. Tudo isso debaixo de chuva, fazendo as honras da cidade (Vanchouver, ou Raincouver). Muito trânsito nos primeiros 50km e fizemos nossa primeira parada em Hope, onde paramos para almoçar. A Trans Canada (Highway 1) em BC é uma estrada tranquila e muito bonita. No verão deve ser especialmente interessante passear por ali e teremos que voltar em breve!
O tempo melhorou e ficou estável até Kamloops, onde fizemos um lanche no Tim Hortons e aproveitamos para comprar os ingressos para o show do U2 no ano que vem, em Edmonton (obrigado Daniel pelo aviso!!!). O prazo estava se esgotando para a pré-venda...
Depois de Kamloops começa a subir a montanha e aí a coisa começou a mudar de figura. Baixou uma neblina e encontramos a neve antes de chegar a Revelstoke, já a noite. Mais um lanche no Timmy's, tanque cheio (achei que o Corolla fosse mais longe num tanque...) e tiramos um cochilo de meia hora no carro mesmo.
Daí para a frente, a porca torceu o rabo, a neve engrossou e não dava para ver 100m à frente... Luz alta é inútil nesta situação, pois reflete na neve que cai e não se vê absolutamente nada. É controlar a velocidade e ter calma. A gente deve ter cruzado uns 20 'snow plows' (os caminhões que vêm e vão retirando a neve da estrada). Eles vão a 60km/h e normalmente forma-se uma fila de caminhões e carros atrás.
A maioria dos companheiros de viagem é de caminhões, o que não ajuda. A gente fica ali atrás querendo ultrapassar, mas é difícil. Quando aparecem as faixas de ultrapassagem nas subidas, só uma faixa está totalmente limpa. Se for a faixa da esquerda, esquece, pois os caminhões não vão abrir. Se a faixa da direita estiver livre, sobra a faixa da esquerda para ultrapassar, mas cheia de neve! Enfiei o Corolla pelo menos 4 vezes neste enrosco, mas o danado se saiu supreendentemente bem. Na primeira delas o cálculo não foi muito bem feito e a faixa acabou antes do que eu pensava e a adrenalin subiu um pouco, mas tudo foi contornado.
O GPS gigante da Hertz teve um papel muito importante nesta história. Abri o zoom para visualizar alguns quilômetros à frente para puder antecipar as curvas. Não fosse ele, teria que andar a 40 ou 60 por hora o tempo inteiro para poder me preparar para as curvas, pontos chaves nestas condições.
Passamos por dois carros no 'ditch'. Já me disseram mais de uma vez aqui que quase sempre quem sai da pista é caminhonete, pois os picapeiros tendem a achar que o tamanho do carro revoga as leis da física... De fato, os dois acidentados eram picapes.
Foi nestas condições que passamos pelo Rogers Pass, um dos pontos críticos de acidentes neste pedaço da Trans Canada, e por Golden, onde paramos para mais um breve descanço. Seguimos em frente e o tempo só foi melhorar quando já estávamos na altura de Lake Louise. Andamos mais um pouco e paramos em Banff para descançar. Foi quase uma hora de sono dentro do carro... De lá para casa, foi bem tranquilo. Ainda tivemos que passar na rodoviária da Greyhound para pegar nosso carro, abastecemos o carro alugado e deixamos na loja da Hertz às 4:03 da matina, antes de ir para casa.
Algumas lições:
1. Dirigir numa tempestade de neve não é para qualquer um. Exige cuidado e sangue frio. Na falta de um ou de outro, melhor ficar em casa.
2. Uma viagem destas no inverno, só com pneu de inverno.
3. Bem melhor ter um carro grande para enfrentar o inverno canadense.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Experiências recentes - Parte 4 (fim): a volta
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ReMiGaLu
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22:34
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Experiências recentes - Parte 3: U2
Bono & Cia abriram o antológico show pouco depois das 9 e exploraram todos os recursos do palco por 2 horas, cantando canções novas e outras já consagradas, para o delírio das 65 mil pessoas que lotavam o estádio.
As músicas de Joshua Tree e Achtung Baby me animam em particular e 'Where The Streets Have No Name' foi a melhor performance da noite!
Detalhe: poucos dias antes do show anunciaram que a turnê vai passar por Edmonton no ano que vem... Naturalmente que estaremos lá, desta vez com uma 'reca' de gente daqui de Calgary. A emoção continua!
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ReMiGaLu
às
22:34
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Experiências recentes - Parte 2: Vancouver
Como chegamos cedo no hotel, tivemos que esperar até 11:30 para entrar no quarto. Foi um merecido banho e umas 2 horas de sono reconstrutores. O hotel é simples, mas dentro do que esperávamos.
Saímos de lá novamente por volta das 2 da tarde para circular um pouco e já rumar para o show. Pegamos o ônibus 019 e rumamos para o centro (Gastown), transitando pela Kingsway, uma avenida comercial que atravessa vários bairros residenciais. Ainda, nada muito atraente. Circulamos um pouco (bem pouco) pelo centro e paramos num Starbucks para um lanche. Havia um cidadão tocando violão entoando belas canções de rock (levou um trocado) e um flanelinha (acreditem se quiser!) 'orientando' o pessoal que queria estacionar por ali. O tempo estava chuvoso e tivemos que voltar para o hotel para Mildred trocar o casaco.
Do hotel rumamos para o BC Place, com uma paradinha na lanchonete da Costco para abastecimento. Chegamos no estádio por volta das 6 da tarde (detalhes sobre o show na parte 3 acima). A volta para o hotel também foi de Skytrain + ônibus, tudo numa boa.
Impressionante a quantidade de brazuca por lá! Onde a gente ia, tinha alguém falando português... Só não tem mais que chinês!!!
Resumo da ópera: do (pouco) que vimos em Vancouver, só o Stanley Park nos impressionou. Vamos ter que voltar lá para explorar outras áreas da cidade, já que tanta gente diz que é massa e que a cidade oferece uma qualidade de vida tão boa.
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ReMiGaLu
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22:33
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Experiências recentes - Parte 1: Greyhound
Uma vez no ônibus, a poltrona que eu escolhi não reclinava. Na segunda tentativa, já forçando, o passageiro de trás - maior que eu - informou cordialmente que eu não poderia reclinar, pois não havia espaço para as pernas dele... O ônibus partiu com 20 minutos de atraso. Por sorte, um passageiro ao lado saltou na terceira parada (Banff) e nos mudamos para outras potronas, onde pude reclinar. Reclinar? As poltronas são tão próximas umas das outras que reclinam menos que nos aviões da Gol. A cada novidade a viagem ia ficando mais longa... Outra coisa foi a nhaca do sujeito que estava lá antes da gente. Foram horas para dissipar e sumir a catinga!
Nesta rota são previstas 23 (vinte e três!) paradas. Algumas só 'stop-and-go' e outras com descanço de 10 a 30 minutos. Na medida que a noite avançava, ia ficando mais claro que esta seria uma experiência terrível. Não tinha espaço para esticar as pernas abaixo da poltrona da frente nem tinha como reclinar. Com 1,83m, imagine aí... Se consegui dormir 1 hora no trajeto de 15 horas foi muito. Quando o dia amanheceu, já estávamos nos aproximando de Vancouver e o engarrafamento foi de mais de 50km entrando na cidade na hora do rush. Enfim chegamos por volta das 8:50 da manhã da quarta.
A primeira coisa que fizemos na estação (que é compartilhada com os trens de passageiros), foi tentar um reembolso da passagem de volta (não foi possível, menos $100 na conta) e consultar a Hertz sobre a possibilidade de alugar um carro para voltar para casa. Uma coisa tínhamos certos naquela hora: Greyhound nunca mais!
Moral da história: se precisar ir para algum lugar e Greyhound for a única opção, melhor ir a pé ou pedindo carona na beira da estrada!
Mas estávamos em Vancouver (primeira vez) e com ingressos para a melhor banda do mundo em toda a história! Vejam próximos posts (parte 2 e 3) sobre estes temas. A parte 4 fala da volta.
Abraços!
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ReMiGaLu
às
22:32
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sábado, 31 de outubro de 2009
01 de Novembro de 2009
Dois anos no Canadá!
Abraços a todos!
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ReMiGaLu
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15:47
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Voltando a ativa




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mildred.davim
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01:40
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Cassino
Passei a noite de segunda num cassino e só cheguei em casa às 2 da matina...
Calma aí... não sou nenhum jogador inveterado que fica torrado seu dinheiro noite a dentro de forma completamente inveterada, não! Estas pessoas existem, como pude comprovar pessoalmente, mas o que eu fui fazer num cassino até tarde da noite tendo que acordar às 7 da manhã para trabalhar foi outra coisa: fui voluntariar.
A jogatina aqui em Alberta - não sei se no país intero é assim - é regulamentada e há muitos cassinos por estas bandas, mas há regras claras, ditadas pela Alberta Gaming and Liquor Comission. Além de uma tributação elevada (não deu tempo de pesquisar para saber), os cassinos são obrigados a dividir parte dos ganhos com instituições cadastradas. O dinheiro é apurado em cada trimestre e rateado igualmente às instituições participando no período.
Para receber sua parte, cada instituição - normalmente ONGs ou associações comunitárias ou sociais - precisa participar da operação do cassino com voluntários. Há funções prestabelecidas (é assim que se escreve depois do acordo ortográfico???) que somente os voluntários desempenham, entre elas o envio de fichas do caixa para as mesas de jogo e a contagem do dinheiro coletado nas mesas. Consultores à serviço da comissão de jogos coordenam os trabalhos dos voluntários. Cada participação consiste em dois dias, cada um com dois turnos (à tarde e noite a dentro), sendo necessários 20 voluntários por dia.
Isto dito, estive lá como parte dos voluntários em prol do conselho de pais da escola dos meninos e fui supervisor da sala de contagem, que funciona no final do dia (22:15 até as 2:30 da manhã seguinte). O dinheiro arrecadado ($100.000,00 no ano passado) é administrado pelo conselho de pais e só pode ser utilizado para melhoramentos ou atividades relacionados à escola e que tragam benefício coletivo para todos (não pode ser para uma série específica, por exemplo).
A escola usa este dinheiro para programas extra-curriculares, reforma do play-ground, infraestrutura etc.). Faz toda a diferença, pois o orçamento do Calgary Board of Education só paga as contas e a folha de pagamento...
Cheguei lá na hora marcada, no Stampede Casino, o mais novo e luxuoso da cidade, colado no parque de exposições do Stampede. Estava vazio. Menos de 10% de ocupação, paradíssimo. Vale salientar que foi a primeiríssima vez que coloquei os pés num cassino. Não chega a ser suntuoso, mas é bacana. Deve ter umas 500 máquinas caça-níquel e 2 conjuntos de mesas de jogos. A turma do poquer joga numa sala reservada e há ainda uma casa de show, bar no centro e uma cafeteria no canto. Os voluntários têm uma sala dedicada.
Em algumas mesas tinham grupos de amigos se divertino e vibrando a cada jogada. Mas o que mais vi foram pessoas completamente enebriadas pela jogatina, fazendo aquilo de forma quase mecânica. Deprimente...
Mas o mais marcante mesmo é a quantidade de dinheiro que rola num lugar destes. Num dia totalmente morto, passou pela sala de contagem nada menos que 300 mil dólares!!! Imagine quanto cada pessoa gastou... Para cada mesa vinha uma urna metálica onde o crupiê depositava o dinheiro dos jogadores. A cédula em maior quantidade era a de 20, mas logo depois vinham as de 100, que são raras de se ver no dia-a-dia. Ou seja, o(a) camarada tira cenzão da carteira, compra um bolo de fichas e aquilo evapora em três rodadas da roleta ou em uma mão de blackjack. Eu fico imaginando quando não deve rolar num sábado animado ou num daqueles colossais cassinos de Las Vegas... Bem, cada um com suas prioridades. Eu devo continuar frequentando cassinos uma ou duas vezes por ano... mas sempre como voluntário! Do bolso é que minha carteira não sai!
P.S.: Há inúmeros cassinos nas áreas de reservas indígenas e as regras são diferentes. Entre outras coisas, não há a obrigatoriedade de rateio de parte dos ganhos com instituições sem fins lucrativos (e consequentemente nenhum rateia...) e não é proibido o fumo, regra que passou a vigorar em todos os cassinos de Alberta este ano. Esta última regra tem feito os cassinos dos índios ganharem muitos adeptos. Aqui em Calgary há uma grande reserva plantada no meio da cidade, da tripo Tsuu T'ina. Eles inauguraram um cassino lá ano passado, o Grey Eagle. Apesar de ser em terras indígenas, é dentro da cidade, bem na esquina da Glenmore Trail e 37 Street. Estão lavando a burra!!!
É isso, assim pelo menos a gente tira a poeira do blog...
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ReMiGaLu
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20:57
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Tempestade de Inverno
Postado por Renato
A meteorologia já vinha avisando que a coisa ia ficar preta no sábado (branca, no nosso caso) desde terça. Ontem eles avisaram que o caldo ia engrossar hoje. E engrossou mais que o esperado...
O dia amanheceu bonito, sem uma nuvem. Às 10 da manhã fechou. Por volta das 11 começou a nevar.
Decidi sair do trabalho meia hora mais cedo (4 da tarde), para não chegar tarde para buscar os meninos (5:30). Passei no trabalho de Mildred para avisar e às 4:11 estava no ponto do ônibus (deixo o carro na escola dos meninos). Não deu 2 minutos para entender que a coisa tava feia. O trânsito parado, nenhum ônibus no horizonte e as paradas cheias de gente. Comecei a caminhar na direção do ônibus e pensar o que eu ia fazer. (estava na esquina da 3 Street com 6 Avenue).
No que eu andava, vi que estava indo mais rápido que o trânsito e ultrapassei um ônibus que estava off. Às 4:40 avisei à Mildred que ficasse pelo centro (temos alguns amigos que moram por lá) e que ia ligar para André, para ver se ele poderia buscar os meninos (ele mora mais ou menos perto). Deu caixa postal. Ele depois tentou me ligar, e também não conseguiu falar comigo (rede congestionada). Mas ele já sacou e, quando nos falamos, ele já estava a caminho da escola dos meninos. Só me restou seguir caminhando. Sobre e sob a neve. Ainda bem que não estava muito frio, -6C, talvez. Mochila nas costas, sapatênis impermeável e confortável, jeans, blusa, sweater e casaco com capuz, boina, cachecol e luvas leves. O exercício ajudou a manter aquecido.
André chegou na escola dos meninos pouco depois das 5 e, quando me ligou dizendo que já estava com os meninos dentro do carro, eu já estava a 500 metros da escola, na 20 Street com a 23 Avenue. Façam as contas: 17 quadras num sentido mais 17 no outro, 34 quadras ou 4,6km em 1 hora. Ele me pegou lá e voltamos para a escola para pegar o carro.
Tirei a neve, transferi os meninos para o carro (Lucas já dormindo, para variar...) e voltamos para casa. Fim? Que nada! Tirei os meninos do carro (Lucas dormindo), fui tirar a neve da calçada e colocar o carro na garagem (santificada seja a garagem!!!).
Enquanto esperava Mildred, que descolou uma carona com Manu e Francisco, decidi fazer uma coisa que estava esperando há muito: botei a lareira para queimar.
Agora são 7:50, Mildred acabou de chegar e eu estou aqui refastelado na poltrona, ouvindo o estalar da madeira na lareira e narrando esta história para vocês. Mas longe de mim reclarmar! Como sempre digo, faz parte do pacote. O Canadá é maravilhoso, mas a neve chegou por aqui bem antes dos humanos...
Esta noite a temperatura cai abaixo dos -20C e assim ficará até terça, com mínimas de -32C e sensação de -40C.
A frase do dia é:
NO PAIN, NO GAIN.
Grande abraço a todos.
P.S.1: A neve já cobriu a calçada de novo.
P.S.2: Lucas continua dormindo.
P.S.3: Vou colocar mais madeira na lareira
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ReMiGaLu
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19:22
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Nossa vida também é uma diversão!
Para variar quem teve a idéia de gastar uma gasosa foi o senhor meu marido, pesquisou os caminhos, pegou o mapa e marcou tudo bonitinho e mandou o convite do passeio para os amigos, pena que alguns não poderam ir, trabalho, estudo...enfim, mas fica para a próxima que com certeza terá...rs
Compramos um par de rádio comunicador, o Pedro tinha tbm um par, e marcamos o encontro da partida em nossa casa.
O passeio foi maravilhoso, fizemos nossa farofa como bons brasileiros que somos...rs e saimos em comboio. Nosso passeio teve duração de um dia inteiro e finalizamos no Tim Hortons.
Curtam bastante essas imagens (para ver os vídeos no final, é só clicar na imagem para abrir em uma janela separada).
Beijos
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mildred.davim
às
00:15
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Papai Noel chega antecipado
Renato,
A você que me presenteou com a gratuidade de seu amor, com gestos concretos, palavras, silêncio, escuta e perdão.
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mildred.davim
às
09:28
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Presente de Natal
Como fazia ADM em Salvador antes de vir para cá, até cheguei a pensar em dar continuidade aqui neste mesmo curso, mas com o passar do tempo resolvi fazer ainda no Brasil um curso profissionalizante de consultoria de imagem, achei que aqui fosse ter muito sucesso, mas o meu inglês acabou atrapalhando meus planos e comecei a achar que só depois de uns 3 anos estaria preparada para encarar um curso complementar.
A minha empresa (http://www.brazilfashion.ca/) aqui no Canada não está sendo o sucesso que eu imaginei um dia que seria, tudo por causa do inglês...mas a vida nos prega muitas peças e para mim e minha família essas peças tem sido recebidas com toda a alegria.
Conversando com Renato ele disse: Não desista, vamos pesquisar no site do Mount Royal College, e mesmo sabendo que era difícil neste momento eu fui...comecei a ver cursos bem interessantes e que tinha haver comigo, neste momento comecei a sonhar e pensar o quanto isso seria bom para mim e como eu ficaria feliz de estar num lugar com a certeza de que minha saída de lá seria um sucesso.
Acabei vendo um curso de Design que também havia feito no Brasil, mas pensei, nada como fazer um curso desse tipo estando no Canadá...amei fazer esse curso no Brasil que na minha época era apenas um politécnico e hoje virou um curso de graduação, foi um complemento para meu curso de arquitetura, ainda fiz alguns poucos trabalhos nesta área, onde gostei muito, mas descobri que fazer maquetes e ensinar era algo sem explicação na minha vida, pois isso foi o que mais amei fazer.
Eu: Como assim? Peraíiiiiiiiiiii, eu consegui?
Ele: Sim, vc conseguiu, agora agarre isso com todas as suas forças e seja feliz.
Como diz uma grande amiga (Katita): fiquei feliz igual a pinto no lixo...rs, Só acredito que é verdade, por que eu já fiz minha matrícula e minhas aulas começam dia 6 de janeiro.
Um ano no Canadá e mais uma vitória e ainda de quebra amanhã tenho uma entrevista de trabalho...rs, Deus tarda, mas não falha!!!
Fotos de algumas maquetes confeccionadas pelos meus alunos:
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mildred.davim
às
19:21
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Halloween
Esse halloween foi muito legal, não pude ver na rua, pois como estava numa crise de coluna, fiquei em casa com minha amiga Bel que me deu maior mão para receber as crianças que não paravam de bater na minha porta...rs, minha casa para variar ficou cheia de gente e como não podia ser diferente fiz um jantar regado a vinho e a noite terminou com muito sucesso!!!
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mildred.davim
às
16:43
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Aniversário de Renato e Pedro
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mildred.davim
às
16:26
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Um ano se passou...

Aqui estamos nós, felizes e crescendo a cada dia, com nossos pés no chão, pois isso tem sido de suma importância. Esse um ano foi de muito aprendizado e isso fez com que cada dia fosse crescendo nossa motivação para chegar ao longe, é foi isso que aconteceu neste ano que passou tão rápido para nós.
Somos gratos as pessoas que fizeram parte da criação de nossos valores, da nossa educação, principalmente aos nossos pais, mas há muito ainda a aprender e também muito a desaprender.
Neste um ano mesmo otimista, procuro não criar expectativas sobre nada do futuro! Consigo separar bem na minha cabeça determinação de ansiedade! Sou determinada e acho a ansiedade um veneno! Acordo sempre preparada para o que a vida tem nos reservado, procuro viver cada dia a seu tempo! Se coisas boas aparecem em nossas vidas, ótimo, isso é lucro! Se problemas chegam sem avisar, tento estar sempre pronta para resolvê-los!
Nesse um ano gastei muita de minha energia com besteiras e cobranças de pessoas que se acharam no direito de me cobrar algo, Mas ainda preciso aprender a me dominar em algumas ocasiões, resumindo crescer mais como pessoa.
Eu e Renato com o passar do tempo aprendemos a aprender, por isso o ano nos pareceu voar, vimos que na vida tudo vale a pena! e essa decisão de estar aqui, sempre a procura de uma qualidade de vida melhor foi a decisão mais acertada de nossas vidas.
Esse ano, foi de muitas vitórias e sucessos, conseguimos realizar sonhos e descobrir que estar sempre unido (família), e algo que ajuda no crescimento e nesse aprendizado que tanto tem nos trazido paz.
Aprendendo a desaprender, aprendendo a se esvaziar, nos livrando de pesos, reestruturando conceitos, vamos subindo montanhas. Aprendendo com a vida vamos criando uma forma melhor de viver e que o mundo nos acompanhe e que Deus ilumine sempre nossos caminhos.
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mildred.davim
às
15:58
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terça-feira, 4 de novembro de 2008
1 ano
01/11/2008: 1 ano de Canadá.
So far, TOO GOOD!!!
Post a caminho...
Postado por
ReMiGaLu
às
23:13
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